SAFs da Amazônia
Não é programa de ESG. É a estrutura que garante que daqui a 20 anos ainda existirão produtores, várzeas e açaí amazônico de qualidade para abastecer a sua cadeia.
SAFs da Amazônia — sistemas agroflorestais como modelo de futuro
O SAFs da Amazônia é um projeto de restauração florestal e desenvolvimento da bioeconomia em Igarapé-Miri, Pará. A Tribo Superfoods foi selecionada para implantar Sistemas Agroflorestais (SAFs) em áreas degradadas junto às famílias da CAEPIM — combinando recuperação ambiental com geração de renda e segurança de fornecimento de longo prazo.
- Restauração de áreas degradadas com espécies nativas e frutíferas
- Fortalecimento das famílias da CAEPIM com capacitação técnica
- Geração de renda via bioeconomia dos SAFs
- Modelo estruturado para replicação em outras regiões
Impacto verificável, não estimado
Espécies nativas e frutíferas da Amazônia
A seleção combina espécies de valor ecológico — que restauram o ecossistema de várzea — com espécies que geram renda para as famílias da CAEPIM.
Espécies nativas
- Andiroba Carapa guianensis — madeira nobre, óleo medicinal, sombra para sub-bosque
- Castanha-do-pará Bertholletia excelsa — ícone da Amazônia, renda extrativista, habitat de fauna
- Cedro Cedrela odorata — espécie madeireira ameaçada, recuperação de solo
- Bacuri Platonia insignis — fruto nativo de alto valor gastronômico e crescente demanda
Espécies frutíferas
- Açaí Euterpe oleracea — espécie central da cadeia produtiva, raiz do modelo Tribo
- Cacau Theobroma cacao — renda complementar para as famílias da CAEPIM
- Cupuaçu Theobroma grandiflorum — diversificação de renda, fruto amazônico nativo
- Graviola Annona muricata — mercado crescente, complemento à renda do açaí
Monitoramento e evolução do projeto
O avanço do SAFs da Amazônia é acompanhado por organizações de referência global — garantindo transparência, aprendizado contínuo e um modelo replicável para a bioeconomia amazônica.
Gestão financeira
A SITAWI realiza a gestão financeira do projeto, garantindo transparência, rastreabilidade dos recursos e prestação de contas aos financiadores.
Financiamento e governança
O WRI Brasil financia o projeto e apoia a governança técnica da restauração — trazendo metodologia, escala e visibilidade internacional ao trabalho das famílias de Igarapé-Miri.
Monitoramento por tecnologia
A ferramenta TerraMach monitora o avanço da restauração em campo — com dados geoespaciais, indicadores de cobertura florestal e registros de evolução por área.
SAFs da Amazônia em imagens
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